21/05/2008

Pensamento do dia

A vida pode não ser a festa que gostaríamos que fosse, mas, enquanto vivermos deveríamos dançar a música que é tocada.

10/05/2008

Parabéns...

ao grupo Azul formado pelos alunos Adriane, Camila, Edson, Emanuelle, Gabriela, Geraldo, Pedro e Samara pela aula dada no dia 09/05/2008. (aula sobre o crescimento do mercado e as relações sociais nas Minas Gerais) Um abraço em todos.

09/05/2008

Para reflexão

Paulo Coelho
Um conto de fadas
Maria Emilia Voss me contou esta história na década passada, e eu resolvo repeti-la aqui:
Na China, um certo príncipe da região de Thing-Zda estava às vésperas de ser coroado imperador. Antes, de acordo com a lei, ele deveria se casar.
Aconselhado por um sábio, ele resolveu convocar todas as jovens da região, para encontrar aquela que fosse a mais digna. Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos para a audiência, sentiu uma grande tristeza - pois sua filha alimentava um amor secreto pelo príncipe.
Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao ouvir que ela também pretendia comparecer.
- Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes apenas as mais belas e ricas moças da Corte. Tire essa ideia insensata da cabeça! Eu sei que você deve estar sofrendo, mas não transforme o sofrimento em uma loucura!
- Querida mãe, não estou sofrendo e muito menos fiquei louca. Sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é a minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe. Isso já me torna feliz, mesmo sabendo que meu destino é outro.
À noite, quando a jovem chegou ao palácio, lá estavam efetivamente todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, as mais belas jóias, e dispostas a lutar de qualquer jeito pela oportunidade que lhes era oferecida.
Cercado de sua Corte, o príncipe anunciou o desafio:
- Darei para cada uma de vocês uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a flor mais linda, será a futura imperatriz da China.
A moça pegou a sua semente, plantou-se num vaso, e como não tinha muita habilidade nas artes de jardinagem, cuidava da terra com muita paciência e ternura - pois pensava que, se a beleza das flores surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado.
Passaram três meses e nada brotou, A jovem tentou um pouco de tudo, falou com lavradores e camponeses - que ensinaram os mais variados métodos de cultivo -, mas não conseguiu. Nenhum deu resultado.
Por fim, os seis meses se esgotaram, e nada nasceu em seu vaso. Mesmo sabendo que nada tinha para mostrar, decidiu retornar ao palácio, certa de que seria seu último encontro com o bem-amado.
Chegou o dia da nova audiência. A moça apareceu com seu vaso sem planta e viu que todas as outras pretendentes tinham conseguido bons resultados: cada uma tinha uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores.
Finalmente vem o momento esperado: o príncipe entra e observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, ele anuncia o resultado - e indica a filha de sua serva como sua nova esposa.
Todos os presentes começam a reclamar, dizendo que ele escolheu justamente aquela que tinha falhado em sua tarefa.
Foi então que, calmamente, o príncipe esclareceu a razão do seu desafio:
- Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz: a flor da honestidade. Todas as sementes que entreguei era estéreis, e não podiam nascer de jeito nenhum.

Objeto Direto ou Indireto?

Uma das dificuldades da língua portugesa é fazer a análise sintática dos termos de uma oração.
Por exemplo, como diferenciar um objeto direto de um objeto indireto?
Aí vão algumas dicas úteis pra desfazer essa confusão...

1º Observe se o verbo necessita ou não de complemento.
ex.: Júlia bebeu (bebeu o que?) um copo de suco.
Laura precisa (precisa de que?) de um novo carro.
2º Observe se o termo que se refere ao verbo aparece com ou sem preposição.
ex.: Ana fez o trabalho. (sem preposição = objeto direto)
Ele confiava em você. (com preposição = objeto indireto)

Caso o complemento do verbo seja um dos pronomes oblíquos átonos (me, te, o, a, lhe, se, nos, vos, os, as, lhes), nunca aparecerá um preposição antes (mesmo que haja um objeto indireto). Para identificar se há objeto direto ou indireto aí vão algumas dicas.

1º Os pronomes O, A, OS, AS serão sempre OBJETOS DIRETOS
2º Os pronomes LHE, LHES serão sempre OBJETOS INDIRETOS

No caso dos demais pronomes oblíquos, pergunte ao verbo e descubra se há ou não preposição... Sei que você deve estar se perguntando "Como assim? Perguntar ao verbo?" Observe os exemplos abaixo:

1- Procuraram-me na festa. (Procuraram quem? Procuraram o que?) - não há preposição em nenhuma das duas perguntas, por isso o pronome destacado será OBJETO DIRETO.

2- Obedeço-te cegamente. (Obedeço a quem? Obedeço a que?) - nesse caso aparece uma preposição nas duas perguntas, por isso o pronome destacado será OBJETO INDIRETO.


Bem, essas foram minhas dicas... Espero que ajudem!!!!

08/05/2008

Parabéns...

ao grupo Preto formado pelos alunos Anayla, Bárbara, Eduarda, Igor Allan, Lian, Leonardo Costa, Olavo e Tatiane pela aula dada no dia 25/04/2008. (aula sobre o descobrimento do ouro nas Minas Gerais). Amanhã tem mais...

Você sabia...

que o nome gari tem origem no empresário francês Aleixo Gari, que assinou contrato em 11 de outubro de 1876 com o Ministério Imperial para o serviço de limpeza pública da cidade do Rio de Janeiro.

07/05/2008

Enquanto você estiver vivo, nunca as portas que houver estarão fechadas.

06/05/2008

Concreto ou Abstrato? Tire sua dúvida

Já que todo mundo sempre fica na dúvida quando o assunto é saber se um substantivo é concreto ou abstrato, aí vai um trecho de artigo para ajudar a esclarecer essa confusão...
Josiane Vieira

M. T. Piacentini
"Muita gente me pergunta o seguinte: calor, frio e vento são substantivos concretos ou abstratos? O que responder?"
(...)
Certamente não foi ou não é fácil perceber a diferença entre eles, e portanto há divergência de entendimentos e de explicação nos livros de gramática. "A distinção entre concretos e abstratos é mais filosófica do que lingüística e, dentro da filosofia, muito fugidia" (Mattoso Câmara Jr.).
Pode-se afirmar que são *concretos* os substantivos que se referem a seres materiais ou espirituais, reais ou fictícios: casa, cor, dente, leão, Deus, saci-pererê, fada, alma, triângulo, o amigo, o diplomata, (o) japonês, (o) brasileiro etc.
São substantivos *abstratos* os atributos, estados, qualidades e ações, derivados de um conceito original. Eles não existem por si sós. Não possuem forma. Digamos que não podem ser desenhados, uma vez que não transmitem uma imagem. Assim, calor e frio são abstratos, gramaticalmente falando, embora nós os sintamos de modo concreto. São também abstratos todos os substantivos que exprimem sentimentos e emoções – qualidades da alma. Você pode desenhar um homem triste, uma mulher vaidosa, mas não a tristeza ou a vaidade, por exemplo.
Revendo: *vento* (ou ventania) é conceito original, não é atributo (e para uma criança tem uma certa forma – ela consegue desenhá-lo, sem dúvida). É, portanto, concreto. Já calor e frio (=frieza) são atributos, da mesma forma que *amor, tristeza, alegria, saudade, brancura, consolo, maciez, pobreza e admiração*, todos substantivos abstratos.

Pensamento do dia

"A felicidade é apenas o jeito mais inteligente de se olhar o mundo."